sábado, 14 de novembro de 2015

Entre o silêncio dos dedos
nasce outro tão grande
que carrega memórias de seres
anteriores a nós.
Sabem-no as cotovias,
escondem-no árvores antigas,
dizem-nos os antigos
àqueles que ainda querem escutar.
Palavras prenhas de antiguidades,
preciosidades quase escondidas.
Renascê-los, torná-los companhia,
pinto-lhes uma tela onde eternizam. 


3 comentários:

Mar Arável disse...

Que abram os olhos os inocentes
em vida

O Puma disse...

Tantas são as realidades

heretico disse...

silêncio eloquente...

beijo