terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O tempo arrastou-me sem piedade. Nem o vento, nem tão pouco a distância o fizeram parar. Hoje tenho os teus retratos, preciso da tua presença. Mas não te chamo, foste sem poder olhar para trás. Para mim, para os braços que teimam em querer abraçar-te.






(tenho tantas saudades tuas!)

2 comentários:

O Puma disse...

Ná há amanhãs sem boas memórias

Teté disse...

A saudade é isso mesmo: o rugir dentro do nosso coração das coisas boas que se vivenciaram a dois no passado. E de algumas más, também.

Beijocas