terça-feira, 1 de novembro de 2016

Enrolo-me nas palavras de ontem. Tenho como fado conseguir perseguir o caminho das estrelas. Mas a noite vem e perco-me em expressões mil vezes contadas. O mar, esse, desbrava o caminho sabendo que estou ausente.

- Há doçura nas pétalas virgens,

há o inevitável, o desagrado, o tempo acumulado como castanhas à espera de serem assadas. Há. O ritmo, as sombras, cem mil vezes a mesma pergunta.

Deito-me observando a noite. Os bandos de pássaros desapareceram. Eu e as estrelas. E todas as forças que nos desenham.

2 comentários:

Mar Arável disse...

Também há estrelas no mar

Bj

Rui Fernandes disse...

Deus separou a noite do dia, para que de dia víssemos os seres que habitam a terra e de noite contemplássemos a imensidão do firmamento.