quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Esvoaçaram as aves
escutando o frio
que vem entrelaçado
nos raios desmaiados.

É tempo de recolha,
a noite esconde as silhuetas.

É tempo dos poetas acordarem.

1 comentário:

Agostinho disse...

É tempo dos poetas acordarem para que a noite se faça.
Entre um ponto e outro ponto constroem-se pontes.

Obrigado, Teresa Durães. por este poema tão a propósito. E pela visita.