quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Sopras a manhã de mansinho
agitando as rosas do meu quintal.
Da noite, o perfume do silêncio
onde escutámos os nossos verbos.
Hoje acalmas o vento,
a chuva recolhe no céu cinzento,
eu distancio-me em pensamento.
Porque se esconde o tempo
girando em novelos,
rodopiando em segredo?

1 comentário:

Graça Pires disse...

O vento tão manso, assim, faz com que o tempo rodopie os teus segredos...
Muito belo.
Um beijo, Teresa.