quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Calam-me cem mil vezes,
cem mil vezes ergo a voz,
cem mil vezes quebram-me.
Calo-me num rompante,
não serei como antes,
distancio-me dos restantes.
Erguem-se vozes em contesto,
não lhos direi, sei o que quero.






4 comentários:

Graça Pires disse...

Ninguém cala um Poeta.
Beijo, Teresa.

Mar Arável disse...

Que se estatelem as sombras

Bj

Alfredo Rangel disse...

É a doce superioridade da razão. Parabéns!

© Piedade Araújo Sol disse...

e é tão bom saber o que se quer....

:)