segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Marco os passos,
os pássaros entendem
a sombra persegue
e eu, altiva, grito
- Não levam o que é meu!

7 comentários:

Jaime Portela disse...

É quase sempre preciso gritar para não levarem o que é nosso.
De contrário, os passarões não entendem...
Magnífico poema, goste muito.
Boa semana, Teresa.
Beijo.

Manuel Veiga disse...

se se habituam não largam
(os pássaros, passarinhos e passarões)

beijo

Teté disse...

Os pássaros entendem, já os humanos... ;)

Beijocas

bettips disse...

Há os pássaros de arribação, esses levam e trazem!
Lisboa é egoísta, fechada e fachada. Lisboa é como as pessoas, como nós todos.

... sem pessoas não existiriam casas,
nem ruas,
num mundo vegetal
apenas
pedras nuas.

Lisboa é-me tanto como os afectos que lá tenho. Apenas e tanto.
Abç

Graça Pires disse...

Vai com os pássaros, Teresa, "Voando poa aí"...
Uma boa semana.
Um beijo.

© Piedade Araújo Sol disse...

é preciso zelar pelo que é nosso
e de vez em quando voar ... na imaginação
beijinhos
:)

O Puma disse...

Pássaros como nós

Bj