sábado, 8 de novembro de 2014

Lentamente, lentamente queimando o ar.
Como uma vela. Persistente.
Sim, uma vela, dessas que nos dão ilusões,
nas sombras fantasmagóricas,
no odor da natureza longínqua,
no movimento mudo.
Ao sabor de uma brisa inexistente.




2 comentários:

Graça Pires disse...

Leio-te lentamente. Neste momento propício a todas as palavras...
Um beijo, Teresa.

© Piedade Araújo Sol disse...

por vezes temos de ser persistentes...

:)