terça-feira, 13 de março de 2018

Saudei a distância
como se fosse água
em tempo de privação.

Queria um caminho,
passos em contínuo,
tempo de sublimação.

Sobra-me um passado
que se esconde nas esquinas,
voraz em todas as medidas
deixando as flores enperdenidas.

3 comentários:

Mar Arável disse...

Belas as memórias das pedras vivas
Bj

O Puma disse...

Vozes ao alto

Graça Pires disse...

Sobra-te o passado que se esconde nas esquinas. E o presente, Teresa, minha Amiga? Sinto-te tão melancólica...
Uma boa semana.
Um beijo.