terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Fui ao mar encontrar o teu amor,
água salgada que fere os meus lábios,
desenhei numa concha o meu coração
pensando que virias ao meu encontro.
Não vieste nessa madrugada,
preenchi a minha alma abandonada
com restos de castelos erguidos
alheios aos meus sentidos.
Vento da minha memória
não tragas mais recordações
desse passado malfadado
gemido de guitarra que não é tocada.


4 comentários:

  1. Pensar globalmente
    resistir localmente

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  2. Se a guitarra não é tocada como é que geme? Caruncho?

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  3. Que poema belo! Emocionei-me!

    Beijinho*
    Fanny Costa (de regresso ao mundo dos blogues, agora mais em prosa poética)

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