sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Passo a mão sobre o tojo,
não há serpentes de água,
os mistérios tornaram-se obsoletos.

Mataram Deus sem que este saiba.

Corro as planícies, a natureza persegue-me.
Abrando o ritmo, deito-me no campo.
Hei-de percorrer os espaços traiçoeiros
mergulhar no infinito
sem que as divindades suspeitem.





4 comentários:

Mar Arável disse...

Há sempre um Deus por criar
Bj

Rui Fernandes disse...

Não sabe e anda tão taralhoco que ainda procura os seus restos mortais. Um beijinho.

Graça Pires disse...

Muito belo este poema, Teresa.
Um beijo.

© Piedade Araújo Sol disse...

sempre me fizeram confusão certos "mistérios" mas quero crer que existe um Deus, mesmo que eu não o veja...

beijinhos

:)