sábado, 8 de abril de 2017

Há um álbum que me faz voar. Vivê-lo é ser-se construtor de palavras, ter medo das mesmas, necessitá-las para a explosão inicial, perpétua, necessária.

Há trejeitos nos gestos das palavras que nos consomem.

Há morte perante a morte que nos questiona a vida.

Há um princípio e um fim. Teremos a sorte de dominarmos ambos?

Há versos que nunca caberão porque o espaço é estreito demais.

2 comentários:

Manuel Veiga disse...

são esses os versos que vale a pena perseguir
beijo

Graça Pires disse...

Há palavras e músicas que ecoam na nossa alma, sim...
Uma boa semana, Teresa.
Um beijo.