segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Quis de ti o que não davas quando não era a ti que te queria. Histórias antigas. Uma voz que pensava estar na noite dos dias lentos, um sopro desesperado que precisava. Não me deste os braços para neles me esconder. Mas nem eram esses que procurava.

Respiro aqueles campos verdejantes, sinto o pulsar da terra e nela quero mergulhar. Tão próxima de ti.

3 comentários:

São disse...

Gostei de vir até aqui.

Teté disse...

Nem sempre nos dão os braços e abraços que tanto desejamos. C'est la vie... ;)

Beijocas

Rui Fernandes disse...

Referes-te constantemente a um tu não designado, intimista e ausente. Outras vezes, falas de um eu inquieto, ansioso e magoado. Repetitivamente. E há a "natureza" como disfarce. Ajuda-me a compreender-te.