domingo, 1 de maio de 2016

Recolho as lágrimas do orvalho primaveril.
Há na noite a fragrância da liberdade dos passos,
ecos de voos sob a lua onde as asas eram raios
de verdades na plumagem. Tocam acordes de novos dias,
conquista nas mãos prendida. Vergam os olhos,
há acordes de guitarras portuguesas,
longa história em semente escondida.
Sorrio. Serei eterna.


7 comentários:

Carmem Grinheiro disse...

Bom dia, Teresa.
A minha eternidade na semente escondida.
Tão lindo.


bj amg

Mar Arável disse...

Bjs

Rui Fernandes disse...

Belos dizeres sobre o eterno retorno e as promessas da Primavera. Também já me bateram asas e piaram aves que vieram doutras paragens e as sementes rebentam pelas costuras. Unidos à Terra seremos eternos. Bjs.

© Piedade Araújo Sol disse...

guitarra lembra fado...e sim, o fado será interno...

;)

Graça Pires disse...

Acordes. Desejos conquistados pelo coração. O orvalho a brilhar nas flores...
Um beijo, Teresa.

Jaime Portela disse...

"... onde as asas eram raios de verdades na plumagem..."
Brilhante, como sempre.
Bom domingo, Teresa.
Beijo.

Jaime Portela disse...

Vim à procura de mais, mas gostei imenso de reler o teu excelente poema.
Boa semana, querida amiga Teresa.
Beijo.