Há 1 dia
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Olho-te como nunca o tinha feito. Tens os contornos que me abraçam na noite, a voz calma que me sossega,o sorriso quente que indicam uma longa sabedoria. Penso-te tanto, nas vezes que me aninhava no teu abraço deixando que todas as amarguras duras esvoaçassem levemente. Da partilha dos meus sonhos, no anseio da tua segurança. Sim, sonhei também com segurança, como se em todos os caminhos estivesses lá. Sonhei-a acreditando que me a estendias. Devia ter percebido que apenas não podias. E senti-me traída .
terça-feira, 13 de março de 2018
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Sobrou na mesa a tua ausência
carregada da distância
entre as mãos que não se cruzaram.
"É a vida", dizem
imagem integrável nos prados,
na ausência de novos sóis.
"É a vida", dizem
esquecendo as promessas escondidas.
Não, não é a vida,
criando um fado
nunca a ser vivido.
Não, não sou a vida
que te prometeram.
Não,
somente sozinha
no mar que não se deu.
carregada da distância
entre as mãos que não se cruzaram.
"É a vida", dizem
imagem integrável nos prados,
na ausência de novos sóis.
"É a vida", dizem
esquecendo as promessas escondidas.
Não, não é a vida,
criando um fado
nunca a ser vivido.
Não, não sou a vida
que te prometeram.
Não,
somente sozinha
no mar que não se deu.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Fui ao mar encontrar o teu amor,
água salgada que fere os meus lábios,
desenhei numa concha o meu coração
pensando que virias ao meu encontro.
Não vieste nessa madrugada,
preenchi a minha alma abandonada
com restos de castelos erguidos
alheios aos meus sentidos.
Vento da minha memória
não tragas mais recordações
desse passado malfadado
gemido de guitarra que não é tocada.
sábado, 30 de dezembro de 2017
Sonhas-me castanheiro pelos tempos idos,
eu tão esgotada pelo caminho.
Olhas-me procurando esse passado,
calas-te pelo presente vazio,
queres folhas antigas,
melodias conhecidas,
encontrando raízes apodrecidas
desgastadas pelo vento
que se tornou minha companhia.
Queres pedras coloridas,
teria oferecido todas as minhas
como em tempos de euforia.
Hoje guardo incertezas,
despida de palavras por companhia.
Quero amar-te em pleno,
monte sólido de pedras que se juntaram
nos anos que estivemos afastados
tendo de ti mais do que um abraço
antes palavras certas dum futuro modificado.
eu tão esgotada pelo caminho.
Olhas-me procurando esse passado,
calas-te pelo presente vazio,
queres folhas antigas,
melodias conhecidas,
encontrando raízes apodrecidas
desgastadas pelo vento
que se tornou minha companhia.
Queres pedras coloridas,
teria oferecido todas as minhas
como em tempos de euforia.
Hoje guardo incertezas,
despida de palavras por companhia.
Quero amar-te em pleno,
monte sólido de pedras que se juntaram
nos anos que estivemos afastados
tendo de ti mais do que um abraço
antes palavras certas dum futuro modificado.
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