Quantos poemas desfolhei
Para encontrar o teu sorriso
E emergires nos meus olhos?
Foste a voz silenciosa
No absurdo do meu interior
Sussurraste todas as palavras
Com que cantava a alvorada
E naveguei em ti
Prendendo-me ao teu amor
Aniquilando as diversidades
Derrubando a distância das tuas mãos
Que eram minhas e só minhas
Foste o meu adeus
Transformaste-te nas imagens que crio
Nas noites desamparadas
Mas sei-te
Sei-te em todos os meus gestos desajeitados
Em cada letra que te escrevo
Na distância ditada
Há 2 meses
3 piados:
Gostei muito deste teu poema que espero marque em definitivo o regresso às lides blogueiras!
Um beijinho.
Uma ternura
este respirar
sublime. na distância das "noites desamparadas". e do ritual nocturno dos "gestos desajeitados"...
beijos
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