Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

[Paula Rego]



Este seria o meu poema para ti se alguma vez te pudesse amar. Fostes reflexo, não objecto. E não foi por ti que amei mas pela segurança que me davas. Queria as tuas palavras noutra boca doce que não apareceu. Umas mãos diferentes que me acariciavam mas que me compreendiam como tu sabes.

Tu.

Que nunca quis nem eras minha.

Tentei esmagar-te de todas as formas que conheço e sei, no fundo, que quase tive sucesso. Era necessário morreres em mim e matei-te como soube. Carne, corpo, sanidade.

Sobreviveste, não sei explicar como. Hoje sei-te e não amo ninguém.

10 piados:

Maria disse...

O amor continua a ser uma 'coisa' difícil... para não dizer como o MEC...

Beijo, Teresa.

© Piedade Araújo Sol disse...

escrito no masculino.
gosto!
beij

feliz natal

beij

mfc disse...

Amar continua a ser muito difícil!

heretico disse...

em carne viva...

beijo

tulipa disse...

Expresso
os votos de um Feliz Natal
e um Ano de 2012
repleto de saude e alegria...

Beijinho.

Rafeiro Perfumado disse...

Com essa sede de matar a polícia já deve ter o teu telefone sob escuta...

Teté disse...

Ahahah, este Rafeiro é danadinho para a brincadeira! :)))

Feliz Natal (apesar da amargura)!

Beijocas!

Justine disse...

A violência, as dúvidas e a humanidade no teu texto e na pintura da Paula Rego. Estão bem, juntos:))
Um abraço amigo

rouxinol de Bernardim disse...

A clarividencia e a sageza de maõs dadas.

FELIZ NATAL

Maria disse...

Noites serenas e tranquilas e dias aconchegantes... nesta época de fim de ano...

Beijo, Teresa.